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Simpósio promovido pela SOGIMIG fomenta debate sobre a saúde do homem e da mulher trans

Profissionais de diversas especialidades como a ginecologia, endocrinologia, psiquiatria e urologia, se reuniram nos dias 03 e 04 de maio no I Simpósio de transdisciplinaridade na disforia/incongruência de gênero. O objetivo do encontro foi discutir, em variados âmbitos, a saúde do homem e da mulher trans e as principais nuances que as alterações de gêneros provocam.

A mesa de abertura do evento contou com a presença da Presidente da Associação Médica de Minas Gerais (AMMG), Dra. Maria Inês de Miranda Lima; do Conselheiro do Conselho Regional de Medicina de MG, Dr. Fabio Augusto de Castro Terra; da representante do Sindicato dos Médicos de MG, Dra. Thelma de Figueiredo e Silva; do Presidente da Associação dos Ginecologistas e Obstetras de Minas Gerais (SOGIMIG), Dr. Carlos Henrique Mascarenhas Silva, da representante da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia – regional MG, Dra. Barbara Campolina Carvalho e Silva, da representante da Associação Mineira de Psiquiatria, Dra. Cristiane Carvalho Ribeiro e da representante da Sociedade Brasileira de Reprodução Humana, Dra. Ines Katherina Damasceno Carvalho Cruzeiro.

A identidade de gênero corresponde ao gênero com o qual uma pessoa se identifica. No caso das pessoas transgênero, essa identificação não corresponde ao sexo biológico. O tratamento endócrino, psicológico e cirúrgico do indivíduo com a disforia de gênero tem como objetivo levar o indivíduo a se sentir mais confortável com sua identidade de gênero, aumentar seu bem-estar psicológico e atingir autorrealização. O Simpósio teve o apoio do CRMMG (Conselho Regional de Medicina Minas Gerais) e da SBRH (Sociedade Brasileira de Reprodução Humana).

Para o Presidente da SOGIMIG, Dr. Carlos Henrique, o evento foi de extrema importância, pois o tema, além de atual, é de fundamental interesse de diversas áreas da saúde. “Precisamos dividir o conhecimento com a interação de várias áreas, como fizemos no simpósio. Melhorar nosso conhecimento é essencial para garantir a melhor medicina possível às pacientes. Como esse tema transita por várias áreas, precisamos sempre nos unir, inclusive em um fórum aberto ao público leigo, para abordarmos o assunto sem censura e sem preconceitos, de forma clara e adequada”, destaca.